sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Palestra: Análise crítica dos ditados mediúnicos

Palestra realizada no Centro Espírita Manoel Quintão que fica localizado no bairro de Boa Viagem, em Recife - PE.

O objetivo desta palestra foi o de abordar a importância de retomar as informações e orientações kardecianas no que se refere à análise crítica dos textos mediúnicos, publicados aos montes na atualidade e sem nenhum tipo de avaliação crítica.


Disponível também no link abaixo:

Palestra: Análise crítica dos ditados mediúnicos

sábado, 4 de outubro de 2014

KARDEC E INTEGRIDADE

 Nada é mais sagrado do que a integridade de nosso próprio espírito.
Ralph Waldo Emerson
 
Integridade é qualidade do que é íntegro; de uma probidade absoluta; honesto, incorruptível, imparcial.
 
O homem íntegro não está dividido em si mesmo, e não há nele nenhuma distância entre o pensar, o sentir e o agir, porque ele é uno. O homem íntegro não disputa, pois a sua parte mais importante, que é o espírito, comanda as paixões e as submete à razão e ao bom senso; ele não se agasta com as provocações que lhe chegam do exterior, por que é guiado pela própria consciência, sempre reta.    
A mansuetude que caracteriza o viver de um homem íntegro, é poderosa força de atração, de convencimento. Foi a integridade de Allan Kardec que fez acreditadas as suas obras. 
 
Para ressaltar o caráter daquele que legou ao mundo a Ciência Espírita, e para que aqueles que admiram suas obras possam também conhecer o caráter do homem, nós transcrevemos aqui uma nota de alguém que frequentou seu lar, esteve a observá-lo de muito perto, e que hoje nos possibilita conhecer um pouco mais o ser humano que foi Allan Kardec.
 
Eis o que diz o Dr. Grand, antigo vice-cônsul da França, em uma nota sobre o Livro dos Espíritos, em sua brochura intitulada: Carta de um Católico sobre o Espiritismo: [1]
 
“Lendo esta obra sente-se que o autor fala, não apenas como homem convicto, mas como homem de experiência que a tudo observou com uma perfeita independência de ideias. Tudo ali é discutido friamente, sem exageração. Todas as consequências ali são deduzidas de argumentos tão justos que se poderia dizer que a filosofia ali é tratada matematicamente. Quando mais tarde tive a ocasião de ver o Sr. Allan Kardec, e de ler seus outros escritos, reconheci que estava ali o fundo de seu caráter e o próprio de seu espírito. É um homem essencialmente positivo, que não se emociona com nada, e discute os fenômenos mais extraordinários com tanto sangue frio como se se tratasse de uma experiência comum. ‘Para se apreciar de maneira correta as coisas, disse ele, é preciso observar sem entusiasmo, pois o entusiasmo é fonte da ilusão e de muitos erros.’ Ele discorre sobre as coisas do outro mundo como se as tivesse sob os olhos, e no entanto ele não fala delas como inspirado, mas como daquilo que existe de mais natural no mundo. Ele no-las torna, por assim dizer, palpáveis, pois possui, sobretudo, a arte de fazer compreender as coisas mais abstratas; é, pelo menos, a impressão que senti ao ouvi-lo falar, e que muitas outras pessoas, como eu, também sentiram. O caráter dominante de seus escritos é a claridade e o método; se a isto ajuntarmos um estilo que permite lê-los sem fadiga, ao contrário da maioria das obras de filosofia, que exigem penosos esforços para serem compreendidas, não se ficaria admirado pela influência que seu estilo exerceu sobre a propagação da Doutrina Espírita.
 
A esta explicação, que em poucas palavras julguei importante dar, acrescentarei uma simples observação sobre uma das causas que, na minha opinião, contribuíram poderosamente para dar o crédito de que gozam as obras do Sr. Allan Kardec: é a ausência de todo sentimento de aspereza para com seus adversários. Um homem não se coloca em evidência, como ele o fez, sem suscitar muitos ciúmes, muita animosidade; entretanto, em nenhuma parte se encontra o mínimo traço de rancor ou de malevolência, a mínima recriminação endereçada àqueles dos quais ele poderia se queixar. Desde a minha iniciação no Espiritismo tenho frequentemente tido a ocasião de vê-lo na intimidade, e posso dizer que jamais o vi se preocupar com seus detratores; é como se eles não existissem. Ora, confesso que o caráter do homem não contribuiu pouco para corroborar a opinião que eu tinha concebido em favor da Doutrina, quando li seus escritos. É evidente que se eu tivesse reconhecido nele um homem ambicioso, intrigante, ciumento e vingativo, teria dito que ele mentia aos princípios que professa, e desde então minha confiança na verdade dessa Doutrina teria sido abalada. 
 
Essas reflexões, em forma de parênteses, me pareceram úteis para motivar uma das causas que mais fortemente me levaram a prosseguir, com comprometimento, meus estudos espíritas.
 
Uma outra circunstância, não menos preponderante, vem se juntar às demais e me explicar, ao mesmo tempo, a profunda indiferença do autor para com as diatribes de seus  antagonistas. Eu estava um dia na casa dele no momento em que ele recebia sua correspondência, muito numerosa como de hábito. Encontrava-se ali um jornal em que notadamente o Espiritismo e ele próprio eram amplamente escarnecidos. Havia também muitas cartas que ele leu igualmente para mim, dizendo: ‘Ireis agora ver a contrapartida, e podereis julgar o que é o Espiritismo.’ Entre as cartas, algumas eram pedidos de conselhos sobre os atos mais íntimos e frequentemente os mais delicados da vida privada. A maioria continha a expressão de indizível felicidade, do reconhecimento mais tocante pelas consolações que se havia encontrado na Doutrina; pela calma que ela havia proporcionado; pela força que ela havia dado nas circunstâncias mais afligentes; pelas boas resoluções que havia feito tomar. ‘O que vedes aqui, me disse ele, se renova quase diariamente. Os autores dessas cartas me são, na sua maioria, desconhecidos, mas eis aqui um, e eu conheço muitos que estão na mesma situação, que sem o Espiritismo se teriam suicidado.
 
Acreditais que a satisfação de ter arrancado homens ao desespero, ter trazido a paz a uma família, feito pessoas felizes, não me compensa largamente por algumas pequenas e tolas críticas da parte de pessoas que falam de uma coisa sem a conhecer? Acreditais que uma só dessas cartas não compensam, de sobra, algumas maldades das quais fui alvo? Aliás, teria eu tempo de me ocupar com aqueles que zombam? Eu prefiro, bem mais, dar meu tempo àqueles a quem eu posso ser util. Não tenho somente para mim a consciência de minhas boas intenções; Deus, em sua bondade, reservou-me um gozo bem maior, que é o de ser testemunha do bem que a Doutrina Espírita produz; e eu julgo, pelo que vejo, sobre a influência que ela exercerá quando estiver generalizada. Não se trata de uma utopia, pois ela é essencialmente moralizadora; vede por vós mesmo a reforma que ela opera sobre os indivíduos isolados; o que ela faz sobre alguns, o fará sobre cem, sobre mil, sobre um milhão, pouco a pouco, compreende-se.
 
Ora, supondes uma sociedade penetrada dos sentimentos do dever que vedes expressos nessas cartas; credes que ela não extraísse daí elementos de ordem e de segurança? As cartas que vindes de ouvir são todas de pessoas esclarecidas, mas vede esta: é de um simples operário, outrora imbuído das ideias sociais mais subversivas. Ele figurou, de maneira lamentável, em nossas lutas civis, e havia dedicado um ódio implacável aos que ele acreditava serem favorecidos às suas expensas, e sonhava coisas impossíveis. Agora, que diferença de linguagem! Hoje ele compreende que a passagem pela Terra é uma prova e, buscando um bem-estar muito natural, não pede nada às expensas da justiça. Ele não inveja a felicidade aparente do rico, porque sabe que há uma justiça divina, e que essa felicidade, se ele não a mereceu aqui na Terra, terá terríveis reveses numa outra vida. E por que pensa ele assim? Porque lhe dissemos? Não, mas porque ele adquiriu, pelo Espiritismo, a certeza dessa vida futura na qual não acreditava, e que pôde convencer-se por si mesmo, pela situação daqueles que nela se encontram, e porque seu pai, que o entretinha nessas ilusões veio, ele mesmo, lhe dar conselhos plenos de sabedoria. Ele blasfemava contra Deus, que achava injusto por haver favorecido algumas de suas criaturas; hoje ele compreende que esse mesmo favor é uma prova, e que sua justiça se estende sobre o rico como sobre o pobre. Eis o que o torna submisso à vontade de Deus, bom e indulgente para seus semelhantes, feliz em seu modesto trabalho. Credes que o Espiritismo não lhe prestou maiores serviços do que aqueles que se esforçam para lhe provar que não há nada após esta vida, princípio que tem por consequência que se deve buscar aqui sua felicidade a qualquer preço? Eis, Senhor, o que é o Espiritismo. Aqueles que o combatem é porque não o conhecem. Quando ele for compreendido, nele se verá uma das mais sólidas garantias de felicidade e de segurança para a sociedade, pois não serão os seus adeptos sinceros que a perturbarão.’
 
Eu confesso que jamais havia encarado o Espiritismo sob esse ponto de vista. Agora eu lhe compreendo o alcance, e lamento aqueles que ainda veem nele apenas um fenômeno curioso de mesas girantes. Eu me perguntava se a doutrina dos diabos e dos demônios, do Sr. de Mirville,[2] poderia dar semelhantes consolações; se ela seria de natureza a conduzir os homens ao bem e à fé religiosa, e se não teria contribuído, ao contrário, mais para os desviar, inspirando-lhes mais medo do que amor, mais curiosidade do que sentimentos bons e humanos.”


[1] O autor faz referência ao Livro dos Espíritos em uma nota, aqui traduzida pela equipe do IPEAK, inserida em sua Carta de um católico sobre o Espiritismo. Kardec recomenda essa brochura na Revista Espírita de novembro de 1860, em Bibliografia.
A brochura do Dr. Grand também consta na relação de obras queimadas no Auto de fé de Barcelona (ver Revista Espírita de novembro de 1861), e está disponível, em francês, no site: www.ipeak.com.br, no link:
[2] O Dr. Grand se refere ao livro do Sr. de Mirville, intitulado: Questões dos Espíritos, publicado em 1855, e que Kardec recomenda em seu Catálogo Racional, na seção: Obras diversas sobre o Espiritismo. (N.T)

segunda-feira, 14 de julho de 2014

UM VÍDEO DE TRÊS MINUTOS SOBRE FUNCIONAMENTO DO CÉREBRO DURANTE EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS




Copiei este vídeo e o texto abaixo do blog Espiritismo Comentado (http://espiritismocomentado.blogspot.com.br) e espero que vocês gostem!


Mais uma entrevista da TV NUPES com a Dra. Alessandra Mainieri sobre a pesquisa empregando neuroimagem com experiências espirituais. Já existem pesquisas com psicógrafos e psicopictógrafos (mediunidade desenhista ou de pintura). Vale a pena assistir: são apenas três minutos e meio.

 Link para o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=JNPYPEv75I0



quarta-feira, 2 de abril de 2014

PALESTRA: A Contribuição de Herculano Pires para o Movimento Espírita

Palestra a ser realizada dia 05/04/2014 (próximo sábado), as 16h, no Centro Espírita Casa do Caminho, na Boa Vista, Recife- PE, em homenagem ao maior filósofo espírita brasileiro: José Herculano Pires.

Sintam-se todos convidados!


terça-feira, 1 de abril de 2014

A EMANCIPAÇÃO INDIVIDUAL COMO REMÉDIO CONTRA A DETURPAÇÃO DOS PRINCÍPIOS ESPÍRITAS





O espírita sério não se contenta em crer: ele crê porque compreende, e só pode compreender recorrendo ao raciocínio. (Allan Kardec – O Céu e o Inferno, segunda parte, capítulo I, item 14)

Segundo Kardec, não é um centro, um indivíduo nem um grupo de indivíduos que deve ditar as normas ou os princípios aos adeptos do Espiritismo. Segundo o Codificador, a ORTODOXIA ESPÍRITA somente poderia surgir do Ensino Coletivo dos Espíritos, ensino este que deve ser concorde e unânime em todas as partes quanto ao conteúdo, não necessariamente quanto a forma. Na introdução de O Evangelho segundo o Espiritismo, parte deste livro normalmente ignorada pelos Espíritas [noviços e/ou 'antigos'], no seu capítulo segundo, intitulada Autoridade da Doutrina dos Espíritos - Controle Universal dos Ensinos dos Espíritos, encontramos as orientações sumarizadas sobre o que significa e em que se apoia a Autoridade da Doutrina dos Espíritos, e, também de maneira clara e transparente, as explicações sobre em que circunstâncias poderíamos considerar uma informação, ou um conjunto de informações, um princípio espírita.

Desta forma, esclarece o codificador em A Gênese, capítulo I, item 13: [...] “Cada Espírito assim como cada homem, NÃO POSSUINDO senão uma soma LIMITADA de conhecimentos, INDIVIDUALMENTE, seria incapaz de tratar ex professo das inumeráveis questões referentes ao Espiritismo; eis, igualmente, porque A DOUTRINA, para cumprir a vontade do criador, NÃO PODERIA SER OBRA DE UM SÓ ESPÍRITO NEM DE UM SÓ MÉDIUM; ela não poderia surgir senão da COLETIVIDADE DOS TRABALHOS CONTROLADOS UNS PELOS OUTROS”.

Uma federação, da mesma forma que um grupo ou um indivíduo não tem autoridade para ditar normas dentro do Espiritismo, pois, segundo Kardec, essa autoria somente pertence à "coletividade dos Espíritos". Essa postagem do Herculano deve ser lida e refletida por todos os que participam do que chamamos de "movimento espírita brasileiro", o MEB, pois ela tem por objetivo estimular a emancipação de um movimento através da emancipação dos indivíduos que produzem este movimento. Esta reflexão também não é um ato de condenação de uma ou da Federação Espírita, no geral, mas, de um modelo que não se adequa à própria proposta do Espiritismo. Primeiro porque não existe 'casa máter', pois esta 'casa' não é responsável pelo Espiritismo nem por 'coordenar' o movimento, ou seja, ditando normas, à semelhança, mesmo que de maneira ainda distante, do exemplo da ICAR centralizado no Vaticano. Segundo, porque, conforme expliquei acima, por melhores que sejam as intenções de quem 'federa', elas não podem se sobrepor à necessidade de emancipação de cada grupo e à responsabilidade que todos devem assumir de controlar UNS AOS OUTROS os seus trabalhos. Possuindo humildade para poder instruir quem sabe menos, e humildade para reconhecer suas próprias limitações e, assim, poder pedir ajuda e ser instruído por membros mais experientes e com um sólido e verdadeiro conhecimento do Espiritismo. Conhecimento este comprovado por seu domínio teórico e sua vivência prática. Pois a maior aberração em Espiritismo é alguém dizer que o conhece de maneira profunda sem que ele tenha alterado eticamente sua vivência cotidiana. 

Desta forma deve ser entendida a convocação para a independência feita pelo Herculano Pires. Pois da mesma forma que eu, enquanto indivíduo devo aprender a pensar sozinho, pois ninguém pode nem deve decidir por mim, devido ao fato de que somente eu sou responsável pelo que sinto, penso e faço; da mesma forma é o movimento espírita organizado por estes mesmos indivíduos, que precisam compreender e assumir uma postura independente para que o movimento cresça em quantidade e qualidade. Contudo, neste libelo por independência, não se equivoque, caro leitor, a supor que ignoramos a necessidade de fraternidade e solidariedade, para podermos viver em harmonia com o próximo. Não. Uma coisa não exclui a outra. Ao contrário, há que se supor que quem compreenda o Espiritismo, ao mesmo tempo em que se emancipa, tornando-se independente, também se vincula mais e mais na sociedade em que vive, pois, mudando o ponto de vista pelo qual observa este mundo, compreende o seu lugar como HOMEM NO MUNDO. Lições estas, presentes de maneira bastante clara no livro já citado: O Evangelho segundo o Espiritismo!

Sejamos independentes, para sermos solidários. Sejamos conscientes, para sermos verdadeiramente humildes e fraternos.

* O texto que motivou estas reflexões se encontra na imagem acima, de autoria de J. Herculano Pires.

sábado, 29 de março de 2014

Os médiuns, o orgulho e a obsessão


Vale a pena refletir sobre esta dura verdade!





Seminário: A Importância da Análise Crítica dos Ditados Mediúnicos






Na Revista Espírita de 1860, conforme consta no boletim do mês de Junho, Allan Kardec faz uma proposta à Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas: “Como assunto de estudo, o exame aprofundado e detalhado de certos ditados espontâneos, ou outros, que poderiam ser analisados e comentados como se faz com as críticas literárias”. A partir deste momento, não só os membros da SPEE, mas, todos aqueles que aderiam à proposta espiritista foram convocados a repetir em seus grupos o mesmo modelo aplicado pelo Codificador, pois, como ele mesmo relata em A Gênese, capítulo I, a Doutrina dos Espíritos, para cumprir a vontade do criador “não poderia surgir senão da coletividade dos trabalhos controlados uns pelos outros”.
         Foi esta a proposta adotada para organização do seminário que ocorreu no dia 16 de fevereiro. A de realizar uma reflexão em conjunto sobre uma das mais importantes propostas doutrinárias feitas por Kardec e que o movimento espírita contemporâneo, notadamente o brasileiro, fez questão de ignorar. Ou, o que é pior, nunca tomou conhecimento dela por só poder conhecer as Revistas Espíritas em 2006, quando, próximos do sesquicentenário de O Livro dos Espíritos, a Federação Espírita Brasileira achou por bem realizar uma tradução dela, em conjunto com uma nova e melhor tradução das obras espíritas publicadas por Kardec.
         O evento ocorreu no Centro Espírita Paulo de Tarso, que fica localizado na Rua Alexandre Selva, nº 102, no bairro de Afogados, em Recife. Começou às 09h e terminou ao meio dia. A quantidade de pessoas que participaram do evento estava em torno de trinta e cinco. Foi uma manhã de estudos muito proveitosa e completamente amparada pelas obras espíritas que compõem toda formação doutrinária espírita: a codificada por Allan Kardec. Agradecemos a todos que puderam participar deste maravilhoso momento e à diretoria do Paulo de Tarso que teve a coragem de aceitar a proposta de um seminário que teve por objetivo dar o necessário fundamento teórico-doutrinário para que possam realizar análises críticas de toda e qualquer obra,  mediúnica ou não, que venha intitulada como espírita.
         O expositor foi Anderson Santiago da Silva, estudante de Psicologia e trabalhador do Centro Espírita Paz, Luz e Harmonia que fica localizado no bairro do Barro, à Rua André de Albuquerque, nº 384.

Abaixo, algumas imagens do evento: